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	<title>Fabrício Stefani Peruzzo &#187; Reflexões</title>
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	<description>Rascunhos do cérebro para manter a sanidade. Um pouco melhor a cada dia, com paz e tranquilidade.</description>
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		<title>O que eu espero</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 00:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[O Marco Arment, principal desenvolvedor do Tumblr e do Instapaper escreveu o que espera das pessoas. Saiu algo semelhante ao que eu que eu queria dizer quando descrevi porque eu escrevo. Semelhante, mas diferente. Se preferir ler o original, está em inglês. Abaixo, minha tradução livre&#8230; Meu conteúdo será roubado e republicado de maneiras que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O Marco Arment, principal desenvolvedor do <a href="http://www.tumblr.com" target="_blank">Tumblr</a> e do <a href="http://www.instapaper.com" target="_blank">Instapaper</a> escreveu o que espera das pessoas. Saiu algo semelhante ao que eu que eu queria dizer quando descrevi <a href="http://www.peruzzo.org/sobre-a-escrita/" target="_blank">porque eu escrevo</a>. Semelhante, mas diferente. Se preferir ler <a href="http://www.marco.org/289763839" target="_blank">o original</a>, está em inglês. Abaixo, minha tradução livre&#8230;</p>
<blockquote><p>Meu conteúdo será roubado e republicado de maneiras que violam minha licença Creative Commons extremamente permissiva. Isso será feito tanto por <em>bots</em> quanto por humanos. Os <em>bots</em> usarão meu conteúdo para roubar centavos de anunciantes e tempo das pessoas. Alguns humanos não se darão conta que estão fazendo algo errado. Os outros pensam que eu não notarei.</p>
<p>Pessoas irão citar erroneamente, mudar o título e editar meu conteúdo para faze-lo mais sensacionalista, ao custo de minha credibilidade e da confiança de seus leitores, em um esforço para aumentar os pageviews de seus próprios sites, como o Business Insider, ou aumentar seu rank ou reputação em sites de terceiros, como Hacker News.</p>
<p>Pessoas irão ler errado e entender errado o meu conteúdo, normalmente porque estarão passando os olhos sem atenção procurando por frases gatilho e conceitos que confirmem ou inflamem suas próprias crenças.</p>
<p>Isto irá incita-los a deixar comentários sem sentido, mal escritos e insultantes em cada site que republica ou referencia meu conteúdo. Muitos dos comentaristas irão ler apenas o título (editado, sensacionalizado) antes de comentar. Irão insultar minha inteligência, me xingar, dizer que eu não presto, e refutar argumentos que eu não citei. Muitos desses irão enviar estes comentários por email para garantir que eu os veja.</p>
<p>Mesmo assim eu escrevo.</p>
<p>Porque apesar de todo spam, fraude, e maldade, pessoas estão lendo o que eu escrevo. Algumas inclusive enviam comentários positivos ou contra argumentos válidos.</p>
<p>Mais importante, estou livremente expressando minhas idéias em público, o que me ajuda a clarear meus pensamentos, aumentar e alterar meus pontos de vista, e melhorar minha escrita ao longo do tempo.</p>
<p>Penso que estou ficando com a melhor parte da transação.</p></blockquote>
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		<title>Olho maior que a barriga</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 00:15:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Comida]]></category>

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		<description><![CDATA[As vezes somos sacaneados pela programação mental a que fomos submetidos na infância. Não que eu ache que nossos pais tenham algum tipo de culpa, pelo contrário, acredito que os pais tentam nos ensinar a sermos melhores, mas as vezes o tiro sai pela culatra. Sabe aqueles momentos em que nos servimos mais do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a title="April 4, 2007 - My first bento box! by firepile, on Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/firepile/446589691/" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/154/446589691_3603903141.jpg" alt="April 4, 2007 - My first bento box!" width="500" height="333" /></a></p>
<p>As vezes somos sacaneados pela programação mental a que fomos submetidos na infância. Não que eu ache que nossos pais tenham algum tipo de culpa, pelo contrário, acredito que os pais tentam nos ensinar a sermos melhores, mas as vezes o tiro sai pela culatra.</p>
<p>Sabe aqueles momentos em que nos servimos mais do que devíamos? É desses momentos que quero falar. O que você faz ao se dar conta de que o prato está mais cheio do que deveria? Come tudo ou deixa comida no prato? Ao ler esta frase, já se lembrou do pai ou da mãe dizendo algo como &#8220;come tudo ou não ganhará sobremesa&#8221; ou então &#8220;não joga comida fora, tanta gente passando fome, é pecado&#8221;?</p>
<p>Desperdiçar comida não é legal, mas ao notar que nos servimos demais, o melhor é tentar lembrar deste momento na próxima refeição, não empurrar a comida goela abaixo como uma punição por termos nos servido tanto e estarmos privando alguém daquela comida.</p>
<p>Então, na próxima vez que for se servir, lembre-se deste texto e pegue uma porção um pouco menor. E se por acaso pegar mais do que deveria, lembre-se sempre da seguinte frase:</p>
<p>&#8220;Melhor no lixo, do que na minha cintura&#8221;.</p>
<p>Boa refeição!</p>
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		<title>Sobre as escolhas que fazemos</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 13:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[Após ler o email de um amigo que acaba de ganhar bebê, conto o pecado preservando o pecador, se ele quiser, se identificará nos comentários:  Aqui, estabelecendo enfim uma rotina entre as trocas de fraldas&#8230; Tenho percebido o privilégio que tenho de trabalhar em casa e poder estar o tempo todo ao lado da nossa filhinha. Somos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Após ler o email de um amigo que acaba de ganhar bebê, <em>conto o pecado preservando o pecador</em>, se ele quiser, se identificará nos comentários: </p>
<blockquote><p>Aqui, estabelecendo enfim uma rotina entre as trocas de fraldas&#8230;</p>
<p>Tenho percebido o privilégio que tenho de trabalhar em casa e poder estar o tempo todo ao lado da nossa filhinha. Somos em cinco novos pais esse ano aqui no condomínio, e vejo os outros falando da dificuldade de sairem de casa pra trabalhar deixando os bebês em casa.</p>
<p>Esses mesmos pais gastam o dinheiro recebido em troca das horas longe de casa pagando financiamento de carros que eles não precisam. E nem se dão conta disso. Estabelecer prioridades na vida não é fácil, e vejo que você sabe bem fazer isso. Vai ser um ótimo pai, chega de esperar! Providencia logo os herdeiros. Assim mesmo, no plural!! <img src='http://www.peruzzo.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
<p>Vamos deixar guardada a última frase dele para outra hora, sabendo que não deve demorar muito. A pressão dos pares é algo que realmente funciona, mas resistiremos por mais um tempinho, ainda temos algumas coisas a fazer antes da chegada dos herdeiros. Que serão assim, no plural <img src='http://www.peruzzo.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  </p>
<p>O objetivo hoje é refletir um pouco sobre as escolhas que fazemos de forma automática, as escolhas que deixamos o mundo escolher por nós, por serem o padrão, o usual, aquilo que todos fazem, sem nos dar conta de que há diversos caminhos menos percorridos, as vezes, caminhos mais adequados para nós.</p>
<p>A mesma percepção que o amigo acima teve, também tenho tido em relação aos amigos que se tornaram pais recentemente. É interessante ver que cada um gerencia a questão de uma maneira particular, mas muito poucos fogem do convencional. Há os pais que deixam as filhas na creche, os pais que contratam babás para cuidar das crianças em casa, sempre existe a ajuda das avós, claro. Há uns poucos que conseguem folgar um ou dois dias, ou pelo menos alguns turnos na semana, mas realmente são poucos os que conseguem cuidar pessoalmente dos filhos.</p>
<p>A questão central não é como cuidar dos bebês, cada um faz da sua maneira e no final das contas, estamos todos aqui, bem, saudáveis e trocando idéias uns com os outros, então, seja da forma que for, a maneira de nossos pais já comprovou funcionar. O que gostaria de fazer pensar é um passo anterior, antes mesmo de chegar a hora de pensar em ter um filho ou uma filha. Por isto deixo as perguntas para quem ainda não tem filhos:</p>
<ul>
<li>Você já pensou em como será sua rotina quando chegar a hora?</li>
<li>Já imaginou como gostaria que fossem seus primeiros dias e meses com essa criaturinha que acaba de chegar?</li>
<li>Está fazendo alguma coisa para tornar sua rotina doméstica mais próxima da desejada?</li>
</ul>
<p>Alguns exemplos práticos do que estou perguntando&#8230;</p>
<p>Você trabalha longe de casa, <em>commuting</em> de duas horas para ir, duas horas para voltar para casa. Já se perguntou sobre a possibilidade de encontrar um emprego mais próximo, mesmo ganhando um pouco menos?</p>
<p>Ambos trabalham. Ambos ganham bem. Ao menos passou pela cabeça do casal a possibilidade de um dos dois fazer uma parada temporária para cuidar do novo membro da família? E sobre a possibilidade de ambos trabalharem meio turno?</p>
<p>Para os já pais, deixo a pergunta clássica, como foi (ou como está sendo) a sua experiência com a chegada de um filho? E a chegada do segundo ou terceiro? Que escolhas você fez e que escolhas foram diferentes da segunda ou terceira vez?</p>
<h3>&#8230; mas não é só isso&#8230;</h3>
<p>Devido ao teor do email que recebi, tratei muito da questão da chegada do primeiro filho. Certamente isto gera as maiores mudanças na vida de uma pessoa, mas o objetivo final da reflexão é válido para todas as outras situações em que simplesmente &#8220;escolhemos&#8221;, assim entre aspas mesmo, o caminho mais percorrido, sem parar ao menos um momento para refletir se em nosso caso não poderia haver uma alternativa mais adequada. Neste sentido, tenho tido muita sorte de não apenas viver uma vida fora do convencional, mas também de ter vários amigos com vidas assim com quem compartilhar e trocar idéias.</p>
<p>Em todos os sentidos, você está vivendo a vida que realmente deseja? Está percorrendo seu caminho dos sonhos? Está se perguntando sobre os próximos passos que dará, planejando o futuro? Ou está simplesmente seguindo pela estrada mais percorrida? Será ótimo ouvir sua história. Com certeza muitas outras pessoas se beneficiarão do que você contar aqui.</p>
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		<title>Doe sangue. Não custa nada, é simples rápido e não dói.</title>
		<link>http://www.peruzzo.org/doe-sangue-nao-custa-nada-e-simples-rapido-e-nao-doi/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:56:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>

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		<description><![CDATA[O sangue que corre em nossas veias é um bem precioso. Nas pessoas saudáveis, podemos tirar um pouco de tempos em tempos e logo nosso corpo repõe a quantidade retirada. Porém nem tudo é perfeito, algumas pessoas podem ter problemas em manter o sangue assim, sempre saudável, então precisam filtra-lo de tempos em tempos. Nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>O sangue que corre em nossas veias é um bem precioso. Nas pessoas saudáveis, podemos tirar um pouco de tempos em tempos e logo nosso corpo repõe a quantidade retirada. Porém nem tudo é perfeito, algumas pessoas podem ter problemas em manter o sangue assim, sempre saudável, então precisam filtra-lo de tempos em tempos. Nos piores casos, ou em acidentes graves, precisam de mais sangue do que seus corpos conseguem produzir por conta própria.</p>
<p>Para facilitar o trabalho dos hospitais, que nem sempre possuem o tipo de sangue adequado para cada necessidade, temos o hemocentro, um local onde o sangue é coletado, selecionado e distribuído para os diversos hospitais que fazem uso de seu serviço.</p>
<p>Reproduzo abaixo o <a href="http://www.institutoeckart.com.br/noticias.php?ID=158" target="_blank">texto do Instituto Eckart sobre doação de sangue</a>:</p>
<p>Diante da falta de hábito e preconceitos, agora para agravar a situação, a vacinação da gripe A. A expectativa é de queda nos estoques de sangue devido a restrições de o vacinado não poder doar por 30 dias, conforme a coordenadora de captação de doadores no Hemocentro, Maria de Lourdes Peck.</p>
<p>Com o objetivo, de amenizar essa situação e promover uma ação não apenas de efeito remediador, mas acima de tudo preventivo, a Diretora de Relacionamento do Instituto Eckart, Angelita Walter lançou o Grupo &#8220;Cavaleiros da Vida&#8221; que estima sensibilizar para a Doação de Sangue entre 30 a 40% dos alunos e colaboradores da própria Instituição, da FA.RS e outras redes de conexões como Clientes, Fornecedores, Familiares e Amigos.</p>
<p>A idéia é criar uma grande celebração em torno deste ato – Uma Festa pela Vida. Os Cavaleiros da Vida irão se reunir toda última sexta-feira do mês no Instituto e juntos se deslocarão ao  Hemocentro do Estado do Rio Grande do Sul &#8211; HEMORGS, é o Departamento de Sangue e Hemocomponentes da Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde &#8211; FEPPS, ligado à Secretaria da Saúde do Estado (SES/RS). Uma instituição pública que coleta, processa, qualifica e distribui sangue, hemocomponentes e hemoderivados (através de sua Clínica de Hematologia) para cerca de 40 hospitais conveniados e pacientes hemofílicos, em Porto Alegre, na Grande Porto Alegre e no Interior, além de desenvolver atividades de ensino, treinamento, pesquisa e assistência.</p>
<p>Muitas pessoas não sabem que doar sangue é simples, rápido e não dói. Desconhecem que todo ser humano em boas condições de saúde pode doar sangue sem qualquer risco ou prejuízo a sua saúde. Por isso tem medo de ir sozinhas. Desta forma todo mundo apóia todo mundo e o HEMORGS também é apoiado a poder ajudar um número maior de pessoas.</p>
<p>Se cada cidadão saudável doasse sangue pelo menos duas vezes por ano não seriam necessárias campanhas emergenciais para coletas de reposição de estoques. O sangue não tem substituto e por isso a doação voluntária é fundamental.</p>
<p>Maiores informações para participar do GRUPO CAVALEIROS DA VIDA DO INSTITUTO ECKART basta ligar para 51-3012.9693. Participe. Desenvolvimento humano continuado, também é amor ao próximo continuado.</p>
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		<title>Meus equipamentos não quebram e costumam funcionar direito</title>
		<link>http://www.peruzzo.org/meus-equipamentos-nao-quebram-e-costumam-funcionar-direito/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho amigos que reclamam constantemente sobre problemas em seus telefones, computadores, impressoras e outros dispositivos que quebram ou simplesmente param de funcionar. Nenhum dos meus equipamentos dá problemas na proporção que dá para as pessoas que me comentam essas coisas. Pode parecer presunção minha, mas acho que eu simplesmente trato meus eletrônicos melhor do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Tenho amigos que reclamam constantemente sobre problemas em seus telefones, computadores, impressoras e outros dispositivos que quebram ou simplesmente param de funcionar. Nenhum dos meus equipamentos dá problemas na proporção que dá para as pessoas que me comentam essas coisas.</p>
<p>Pode parecer presunção minha, mas acho que eu simplesmente trato meus eletrônicos melhor do que a maioria das pessoas. Parte disso é por conta da minha história, não cresci em uma família rica, meu primeiro computador veio depois de muito convencimento de que não era um brinquedo passageiro. O gravador cassete que usava era da família, se estragasse ficava sem nada. Não apenas cuidava bem dele, como supervisionava o uso que minha irmã fazia do mesmo. Todos meus &#8220;brinquedos&#8221; tecnológicos, com exceção de um Atari e meu primeiro computador, um MSX, sempre foram comprados com meu próprio dinheiro, mesmo quando ganhava uma miséria dando aulas de informática durante a greve de professores do colégio onde estudava. Ainda morando com meus pais, pagava minha própria conta de telefone para poder acessar BBSs sem ter que ouvir reclamações de que o telefone de casa estava sempre ocupado. Já que era difícil e caro para adquirir esses equipamentos, tratava-os realmente bem, e continuo tratando tudo o que possuo com o mesmo cuidado até hoje.</p>
<p>Protejo meu telefone e meu notebook com capas de neoprene, não para evitar danos maiores ao deixá-los cair, pois não os deixo cair, nunca. Protejo-os para evitar arranhões. Também nunca derramei líquidos em nenhum dos meus equipamentos, simplesmente não deixo líquidos chegarem perto e quando deixo, é sob olhar cuidadoso e movimentos pensados.</p>
<p>Nunca quebrei ou arranhei uma tela. Meus PDAs e telefones sempre são carregados em um bolso exclusivo para eles, com a tela voltada para dentro. Meu Treo 650 tem alguns arranhões de ficar em cima de mesas, mas a tela está em perfeito estado. Este é o motivo para você manter seu dispositivo com a tela virada para sua perna e não exposta pra fora.</p>
<p>Meus notebooks, mesmo o que carregava diariamente de um lado para o outro quando trabalhava fora de casa e este era meu único computador, nunca teve nenhum arranhão, amassado ou área desgastada. Nunca tive o problema do teclado marcar a tela porque o colocava na mochila de forma a ter pressão somente na parte inferior, nunca na tela.</p>
<p>Nenhum dos computadores que já tive sofreram qualquer falha crítica de alguma peça antes de se tornarem ridiculamente obsoletos ou eu parar de usa-los. Até 2008 ainda usava um Pentium Pro 200 que foi o primeiro servidor da minha empresa de internet em 1996, como servidor de impressora na minha última empresa. O servidor da empresa que abri em 1999 ainda é o computador de uso diário do meu pai, em 2010.</p>
<p>Nunca perdi meu telefone, nem minhas chaves ou minha carteira. Nem por pouco tempo. Sempre sei onde estão porque somente os coloco em uns poucos lugares de sempre. Está no meu bolso esquerdo? Não? Então está sobre a mesa ou na base junto ao computador.</p>
<p>Quando escuto pessoas reclamando que a tela de seus iPhones racharam ou que seus notebooks quebraram onde a tela se junta ao corpo do mesmo, ou que esqueceram seus celulares em um táxi, não consigo fazer diferente de silenciosamente os culpar, sendo grato por ter mais atenção e cuidado por meus equipamentos.</p>
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		<title>2010, um ano excelente para crescer nossos negócios</title>
		<link>http://www.peruzzo.org/2010-um-ano-excelente-para-crescer-nossos-negocios/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 14:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vida profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[No final do ao passado um amigo me convidou para me associar a ele em um novo negócio que estava montando. A idéia era excelente e os planos de crescimento e implementação muito bons. A idéia era excelente, mas era uma cópia do meu negócio atual, o investimento em consórcios, com uma série de expansões que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>No final do ao passado um amigo me convidou para me associar a ele em um novo negócio que estava montando. A idéia era excelente e os planos de crescimento e implementação muito bons. A idéia era excelente, mas era uma cópia do meu negócio atual, o investimento em consórcios, com uma série de expansões que não implementei por ve-las como distrações ao objetivo principal, por fugirem da minha missão pessoal, que é <strong>auxiliar as pessoas a construir patrimônio com objetivo de geração de renda para uma vida tranquila pelo resto da vida</strong>.</p>
<p>A idéia dele envolvia a criação de produtos e serviços que poderiam trazer um bom lucro para a empresa, mas atenderia um outro público, diferente do investidor que deseja construir patrimônio para garantir sua tranquilidade futura. Na prática, tais expansões poderiam ser implementadas até mesmo como um outro negócio, completamente distinto, apesar de intimamente relacionado.</p>
<p>O que foi legal desse convite é que me levou a uma profunda reflexão sobre os meus dois últimos anos profissionais, tudo o que alterei na minha vida e como as coisas começaram a dar muito certo de maneiras extraordinárias após eu ter implementado pequenas mudanças na minha forma de agir em relação aos negócios. Acredito que esta reflexão poderá lhe ajudar a cortar um longo caminho de frustração se você é um empreendedor iniciante, cheio de capacidades e possibilidades a sua frente. Se tivesse um texto desses para me orientar quando comecei, os resultados viriam bem mais rápidos.</p>
<p>Segue o meu email de resposta ao convite, junto com a reflexão levemente editada para não expor segredos de terceiros que comento na resposta original.</p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p>Sobre nossa conversa, refleti e vou deixar passar a sociedade no momento. Mas vou aproveitar para trocar algumas observações contigo, porque acho que temos muita coisa em comum, trilhamos muitos caminhos parecidos e também temos muitos objetivos que convergem para várias parcerias.</p>
<p>Por favor não toma nada do que escrever como crítica, não é este o objetivo. Como já conversamos longamente, ambos acreditamos que pessoas diferentes fazem coisas diferentes e nada do que fazem é certo ou errado, mas sim, adequado aquela pessoa, naquele momento.</p>
<p>Uma caraterística que tu tens e que foi o principal motivador de eu preferir não entrar de sócio contigo agora, é a de querer abraçar o mundo em todas as frentes. Eu já fiz isso por muitos anos, em muitos setores. Uma característica de pessoas como nós, que somos altamente perceptivos em relação às oportunidades e absurdamente capazes de adaptação e de criação de negócios em torno de uma idéia, é justamente a capacidade de poder fazer qualquer coisa que queiramos fazer. E por anos, para mim, isso resultou em querer fazer TODAS as coisas que teria capacidade de fazer.</p>
<p>Então certo dia um amigo, padrinho de casamento, mentor, empresário de sucesso, me disse:</p>
<blockquote><p>&#8220;Fabrício, empreender é aprender a gerenciar as distrações&#8221;.</p></blockquote>
<p>E ele estava certo. Explico isso no meu caso logo mais.</p>
<p>Qual foi a percepção que tive quando tu me apresentaste o convite? Notaste um negócio bom, promissor, com boas possibilidades de lucro, com facilidade de entrada. Notaste ainda que dava para fazer crescer o negócio de diversas formas, que atendia clientes distintos e que podia ainda integrar com outros negócios, e então começaste a implementar. Ok, acho que vais ter sucesso. Mas junto com esse negócio, tens mais diversos outros andando em paralelo. E tens o emprego na &#8212;&#8212;&#8211;. Uma seguradora. A gestão de clubes de ações. E as franquias da financeira. E outros negócios que manténs para ajudar tua familia.</p>
<p>Tudo isso gera um bom lucro. O lucro combinado de cada um, dá um bom valor mensal (ou dará, no caso do que ainda está engatinhando). A questão é que não há foco e dedicação integral a um negócio. E isso, eu aprendi da maneira mais árdua, errando por mim mesmo, é o que traz o maior resultado. Mas como escrevi antes, isso não é uma crítica a tua forma de atuar, pode ser que para ti esta seja a melhor forma e não sou eu que vou dizer que está errado. O que vou dizer com todas as letras, isso sim, é que PARA MIM, isto é errado, isto não funciona. Porque durante anos eu fiz dessa maneira, em negócios excelentes onde eu via outros lucrarem muito e eu apenas ganhar um bom dinheiro. Ao longo do tempo pensei diversas vezes se seria eu o incapaz, limitado, que não sabia ganhar dinheiro de verdade, porque tudo em que eu entrava, crescia mais ou menos bem, mas não dava o salto gigantesco que via outros terem.</p>
<p>Só que tenho olhos abertos e percepção aguçada. E passei a olhar cada vez mais de perto os casos de sucesso enorme que me rodeavam. Estive por anos próximo a incubadoras e startups e já vi centenas de sucessos absolutos e fracassos retumbantes. <strong>TODOS os sucessos que vi tinham empreendedores focados em apenas um objetivo: fazer o negócio deles crescer. Fé cega, queimando todas as pontes alternativas. É aquilo ou aquilo e somente aquilo.</strong></p>
<p>Então dei o salto. Vendi minha parte na empresa de internet para meu sócio e me dediquei a um único negócio, a <a href="http://www.megacombo.com.br" target="_blank">Megacombo</a>. Em um ano multipliquei meus ganhos por cinco. E sabe o que de mais engraçado aconteceu? A empresa de internet também multiplicou os ganhos por três neste mesmo período, porque agora, sem eu estar presente no negócio, meu sócio não poderia se distrair com os vários outros negócios que tinha enquanto éramos sócios juntos. Deixou de lado as distrações e junto com a namorada passou a dedicar 18 horas por dia a fazer sites e hospeda-los.</p>
<p>A Englishvox, minha empresa do curso de inglês online, passou pelo mesmo processo neste último ano. Passamos anos com ela no vai não vai. E não ia. Todos os sócios estavam envolvidos com outros negócios. Quando um sócio largou tudo (emprego excelente, diretor de uma boa empresa) e se dedicou apenas a fazer sua própria empresa crescer, em um ano atingimos o ponto de equilíbrio e seis meses depois o faturamento já mostra os primeiros lucros. Eu não me envolvo com a empresa, sou apenas acionista, como seria de uma Petrobras ou Vale, mas com potencial de crescimento bem maior por ser uma startup. Mas como disse, não me envolvo, tenho um e apenas um negócio que é o meu negócio. E só vou tocar outros negócios depois desse estar do tamanho que eu quero que esteja, com as estruturas todas estabilizadas, com funcionários tocando o dia a dia da empresa.</p>
<p>E falando em funcionários tocando o dia a dia da empresa, aí vem outra descoberta que fiz do que funciona para mim. Preciso estar em todos os pontos, preciso ser o boy, a faxineira, a telefonista e a secretária, além de ser o gerente de contas, de parcerias e operacional. Além de ser o diretor. Pois tendo passado por tudo desde o início, sei o que funciona e o que não funciona. Eu tenho que saber como funcionam todos os aspectos do meu negócio antes de colocar alguém para executar as diversas funções que posso delegar a um funcionário. Este é o segundo estágio, o estágio onde estou agora, automatizando as rotinas e sistemas da empresa e colocando funcionários treinados por mim em cada posição. Não posso fazer outra coisa, preciso estar presente para afinar os detalhes e depois disso sim, poder sair com tranquilidade.</p>
<p>Sei que é difícil dar um pulo no escuro e arriscar tudo o que já conquistamos. Foi mais fácil para mim largar um emprego quando montei minha primeira empresa porque na época ganhava pouco. Nunca acreditei naquele conselho que lemos nas revistas de empreendedorismo que dizem para montar um negócio em paralelo ao emprego e quando o negócio render o mesmo que o emprego rendia, aí sim largar o emprego. Para mim, o que funciona é pular no abismo e queimar as pontes atrás de mim, é ter certeza de que ao pular, conseguirei costurar um paraquedas antes de atingir o solo. E que este paraquedas na verdade não é um paraquedas, mas sim um paraglider, que não apenas evitará a queda, mas me levará para cima.</p>
<p>É isso. Agradeço a oportunidade de refletir um pouco sobre os últimos dois anos da minha vida, por conseguir colocar em texto um pouco do que aprendi funcionar para mim e por ajudar a manter meu foco no negócio que estou construindo, um degrau por vez, mas com uma solidez cada vez maior.</p>
<p>Abraço e sucesso a todos,<br />
Fabricio Stefani Peruzzo</p>
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		<title>Você não enriquecerá economizando no cafezinho</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 23:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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		<description><![CDATA[Publiquei um artigo com este título na Revista Papo de Homem. <a href="http://papodehomem.com.br/voce-nao-enriquecera-economizando-no-cafezinho/" target="_blank">Leia...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Publiquei um artigo com este título na Revista Papo de Homem. Clique abaixo para ler:</p>
<p><a href="http://papodehomem.com.br/voce-nao-enriquecera-economizando-no-cafezinho/" target="_blank">Você não enriquecerá economizando no cafezinho</a>.</p>
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		<title>Sobre o conhecimento</title>
		<link>http://www.peruzzo.org/sobre-o-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 12:14:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[O conhecimento por si só não tem valor algum. É o uso que fazemos do conhecimento que o torna valioso. Dizendo isso de outra maneira, a vida não lhe paga pelo que você pode fazer. A vida lhe paga pelo que você faz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><a href="http://www.flickr.com/photos/library_of_congress/2179069381/" target="_blank"><img class="alignnone frame size-full wp-image-391" title="Woman working on airplane motor" src="http://www.peruzzo.org/wp-content/uploads/2009/08/2179069381_6c98cc98e6.jpg" alt="Woman working on airplane motor" width="500" height="394" /></a></p>
<p><strong>O conhecimento por si só não tem valor algum. É o uso que fazemos do conhecimento que o torna valioso. Dizendo isso de outra maneira, a vida não lhe paga pelo que você pode fazer. A vida lhe paga pelo que você faz.</strong></p>
<p>Me deu vontade de escrever isso porque nesta semana que passou me incomodei com algumas pessoas próximas que insistem em viver reclamando da vida. Pessoas altamente inteligentes, muito cultas, com muita experiência nas costas, mas acomodadas, relaxadas, daquelas que &#8220;deixam a vida as levar&#8230;&#8221;</p>
<p>Um amigo em específico reclamava que não conseguia fazer seu dinheiro crescer nos investimentos, que estava cansado de trabalhar tanto e não ver resultados. Reclamava que estava com quase 40 anos e ainda não tinha conseguido comprar um apartamento. Só para colocar as coisas em perspectiva, estamos falando de uma pessoa que ganha R$ 4500 mensais, mora com a esposa que ganha mais R$ 1000 e não possuem filhos.</p>
<p>Não estou aqui para ser o guardião do que os outros fazem com seu dinheiro, nem para dizer que gastar de um jeito ou de outro seja certo ou errado. Só que meu ouvido também não é penico para ficar ouvindo choro sem sentido. Este casal gasta seu dinheiro em roupas, viagens, TVs LCD (na sala, no quarto, uma pequena na cozinha), jantares regulares&#8230; Quando viajam, ficam em ótimos hotéis e não economizam nos passeios noturnos, conhecendo mais restaurantes no exterior do que na cidade em que vivem. Enfim, uma vida bastante interessante, variada e agradável, ou pelo menos é o que seus amigos acham disso.</p>
<p>Estava com paciência naquele dia. Peguei uma folha de papel e comecei a perguntar:</p>
<p>- Para onde vocês viajaram este ano?</p>
<p>- Fomos esquiar no Chile mês passado. Conhecemos as Trilhas Incas em maio. Caribe e Miami em janeiro. E só.</p>
<p>- Só três viagens? Sorte que ainda temos quatro meses para acabar o ano! &#8211; ele não entendeu minha ironia.</p>
<p>Conhecendo os hábitos dele e sabendo quanto custam as coisas, comecei a calcular o custo de cada viagem, acertando com grande aproximação. Esqueci de alguns detalhes, das lembranças que trazem para os pais, para irmãos, etc. Sempre há uma caneca ou um pequeno totem que vem para uns e outros em cada viagem destas. São pessoas legais, lembram sempre dos parentes e amigos.</p>
<p>Depois de ter todos os valores, comecei a rabiscar o quanto achava que eles gastavam no dia a dia. Uma média de três jantares fora por semana, passeios de fim de semana, café colonial, pousada, fondue&#8230; Cinema. Carros novos dos dois e todos os custos associados a isso, como o aluguel do box extra. Ambos financiados.</p>
<p>Finalmente escrevi três maneiras simples para comprar um apartamento, de R$ 200.000, porque eles não podem morar em um apartamento apertado qualquer. Coloquei as duas tradicionais, poupar e financiar, além de um consórcio. Os valores mensais eram os mesmos nos três casos, R$ 2000. No financiamento eles adquiriam o apartamento imediatamente e se livravam do aluguel, sobrando mais para gastar, como este amigo dizia ao acompanhar meus cálculos. Nem se dava conta de que teria que ficar pagando isso durante 30 anos. A poupança foi rapidamente descartada, precisaria guardar estes R$ 2000 e ainda pagar aluguel, de onde tiraria esse dinheiro? E levaria quase cinco anos. O consórcio, usando o mesmo valor, permitiria adiantar algumas prestações ao longo do tempo, o que poderia ser usado como lance já pago, adiantando as chances de contemplação, mas ele não entendeu o funcionamento disso. Expliquei então que poderia simplificar e ele pagaria um pouco menos mensalmente, por volta de R$ 1700. Era muito pouca diferença, só R$ 300, não conseguia enxergar os R$ 3600 anuais que poderiam pagar uma viagem ao nordeste <img src='http://www.peruzzo.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Mostrei uma folha, mostrei a outra, expliquei que se ele não ganhar mais, para realizar o que tinha em uma folha precisava tirar algo da outra. E que mesmo ganhando mais, coisa que foi acontecendo ao longo dos anos, o que ele fazia era sempre direcionar estes valores a mais para a primeira folha, nunca para a segunda. Viajava mais, com mais luxo e com mais frequencia.</p>
<p>Por fim, disse a ele que não precisava se sentir culpado por isso tudo. Só não podia é ficar chorando sobre isso toda hora, porque aí já enche o saco. Nem deveria ficar comparando sua vida com a dos outros, afinal, não sabe quais são as prioridades de cada pessoa.</p>
<h3>Um outro amigo certo dia me disse&#8230;</h3>
<p>&#8230;Fabricio, sei como ganhar bastante dinheiro com meu trabalho. E adoro o que faço. Certo dia, resolvi fazer meu dinheiro crescer e comecei a estudar investimentos. Descobri muitas coisas, mas a medida em que investia me sobrava menos tempo para ganhar dinheiro com meu trabalho. Chegou um momento em que até estava ganhando bem com os investimentos e uma coisa acabava compensando a outra. Até me dar conta de que não estava mais trabalhando com o que gosto, mas sim dedicando quase todo meu tempo aos investimentos. Parei de cuidar ativamente do meu dinheiro, coloquei tudo numa aplicaçãozinha simples, segura e tradicional e voltei a trabalhar com o que gosto. Hoje tenho muito mais do que teria se continuasse me preocupando em investir em vez de trabalhar melhor para ganhar mais.</p>
<p>Esse amigo, há algum tempo investindo comigo tanto nos consórcios quanto agora em imóveis, há pouco tempo me comentou: &#8220;Olha como as coisas são, eu sei ganhar dinheiro fazendo o que gosto e encontro um cara como tu, que o que gosta é de fazer o dinheiro crescer. E mais que isso, sabe como fazer ele crescer com segurança e consistência. É por isso que as coisas funcionam conosco, cada um faz o que mais gosta e juntos ganhamos muito mais. É por isso que deixo meu dinheiro crescer junto com o teu, a gente sente a paixão nos teus olhos, na tua fala, nos teus gestos.&#8221;</p>
<h3>Em que isso pode lhe ajudar?</h3>
<p>Pense sobre a vida que você está levando atualmente. Para onde suas ações o estão carregando? Se para um destino desejado, continue neste rumo. Se para um ponto obscuro no futuro, jogue a luz da reflexão sobre o que você quer para sua vida, desenhe o caminho para onde você quer chegar e dê os primeiros passos, mesmo que pequenos. Só chegamos aos destinos quando percorremos as estradas que levam a eles. Use seu conhecimento para ir ao encontro do que deseja.</p>
<p>Use o espaço abaixo para comentar o que você busca para sua vida e o que tem feito para alcançar seus objetivos.</p>
<p>Abraço e sucesso.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Escolha já o seu nerd &#8211; Os Seminovos</title>
		<link>http://www.peruzzo.org/escolha-ja-o-seu-nerd-os-seminovos/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 13:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Meninas, prestem atenção na letra desta música e cuidem bem do seu nerd de estimação antes dele ser fisgado por outra!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p>Acabo de receber email de um <a href="http://snipurl.com/julianooliveira" target="_blank">carinha</a> me convidando para ministrar uma palestra para um grupo de jovens visando estimular o desenvolvimento pessoal e profissional, no caso específico, algo relacionado a finanças pessoais. Adorei a idéia, mas este texto não é sobre isso, é sobre <a href="http://mensagensavulsas.blogspot.com/2009/06/os-seminovos-escolha-ja-o-seu-nerd.html" target="_blank">um dos posts que li no blog dele</a> (claro que eu me informo sobre quem está me convidando para algo).</p>
<p>Sem mais delongas, assista o video e se divirta!</p>
<p><object width="480" height="385" data="http://www.youtube.com/v/QqZ3PNU7V2g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/QqZ3PNU7V2g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Caso não consiga visualizar o vídeo acima, use o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=QqZ3PNU7V2g" target="_blank">link</a>.</p>
<p>Meninas, prestem atenção na letra desta música e cuidem bem do seu nerd de estimação antes dele ser fisgado por outra! Eu? Já tenho dona <img src='http://www.peruzzo.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Escolha já seu nerd &#8211; Os Seminovos</h3>
<p>Refrão:<br />
O nerd de hoje é o cara rico de amanhã<br />
O nerd de hoje é o cara lindo de amanhã<br />
O nerd de hoje é o bom marido de amanhã<br />
Garota, escolha já seu nerd!</p>
<p>Enquanto o bonitão está pegando você<br />
O nerd está criando um software no PC<br />
Enquanto o sarado malha na academia<br />
O nerd está lendo as notícias do dia</p>
<p>Enquanto o bonitão tá na balada te chifrando<br />
O nerd com certeza está em casa estudando<br />
O curso superior do gostosão tá no início<br />
E o nerd ganha em dólar no Vale do Silício</p>
<p>(Refrão)</p>
<p>O nerd tem conserto, é só você ensinar<br />
O penteado certo e a melhor roupa pra se usar<br />
O saradão de hoje é o gordo de amanhã&#8230;<br />
Parou de tomar bomba? Vai ter que usar sutiã!</p>
<p>O gostosão ainda sai no carro do pai<br />
E o nerd é a atração de um workshop em Dubai<br />
O gostosão te esquece quando vê um carro esporte<br />
E o nerd está lá dentro com uma mulher de sorte</p>
<p>(Refrão)</p>
<p>Imagine o nerd sem cabelo ensebado<br />
Sem espinhas e sem colarinho abotoado<br />
Sem o cinto social junto com tênis branco<br />
Imagine o nerd com cinco milhões no banco!</p>
<p>(Refrão)</p>
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		<title>Atitude, o mundo é de quem faz!</title>
		<link>http://www.peruzzo.org/atitude-o-mundo-e-de-quem-faz/</link>
		<comments>http://www.peruzzo.org/atitude-o-mundo-e-de-quem-faz/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 18:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabricio Stefani Peruzzo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Imprescindíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vida profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Consórcio]]></category>
		<category><![CDATA[Enriquecer]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Riqueza]]></category>

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		<description><![CDATA[Um lindo sábado de sol. Excelente dia para pensar em negócios!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></p><p><img class="alignnone frame size-full wp-image-358" title="Empreendedores em ação" src="http://www.peruzzo.org/wp-content/uploads/2009/08/dsc06880-500.jpg" alt="Empreendedores em ação" width="500" height="216" /></p>
<p>Algum tempo atrás, lembro de cansar de tanto ouvir resmungos e reclamações de amigos que constantemente falavam de problemas horríveis que não conseguiam resolver. Na maioria das vezes eu parava, escutava e pensava em soluções possíveis que pudessem ajudar ou até resolver totalmente a questão. Normalmente a solução envolvia trabalho, afinal nada acontece se ficarmos parados no mesmo lugar. Neste momento, em vez de partir para a implementação, vinham desculpas: é difícil, é caro, dá trabalho, não sei fazer, me ajuda, faz para mim&#8230;</p>
<p>Atualmente não tenho passado mais por estas situações. Estou tão envolvido com uma série de projetos e empreendimentos que simplesmente não sobra tempo para ficar escutando os chorões. O mais interessante é que não iniciei um processo de afastamento do chororô, isso aconteceu de forma natural à medida em que me tornava menos complacente e mais enfático: &#8220;a solução está aí, a parte que estava trancada, pensar em como resolver o problema, já fiz. Agora tira essa bunda da cadeira e vai trabalhar, vai fazer a tua parte&#8221;. As pessoas que antes esperavam que eu fizesse tudo para elas foram aos poucos se afastando e com isso foi sobrando não apenas tempo, mas também espaço para a aproximação de novas pessoas, nem melhores nem piores, afinal, estamos falando de gente, de amigos, mas pessoas mais sintonizadas com minha frequência atual, pessoas de menos drama e mais atitude, pessoas que não ficam sentadas esperando o mundo girar, pessoas que levantam a bunda da cadeira e giram as manivelas.</p>
<h3>A vida é dura para quem é mole.</h3>
<p>Desculpe a franqueza, mas é verdade, a vida é dura para quem é mole. Quem espera que as coisas caiam do céu em seus colos acaba vivendo uma vida vazia e sem sentido ao ver o tempo passar, ver algumas pessoas progredindo e não entender porque para elas não acontece o mesmo, porque suas vidas continuam estagnadas. Vendo de fora, imaginam que tudo de bom acontece para os outros, nada para eles. Passam o domingo na frente da TV reclamando que a programação é uma porcaria e não lembram que poderiam estar lendo um livro.</p>
<p>A rotina de acordar, trabalhar, voltar para casa, ver TV e dormir se torna um ritual, um hábito que parece ser o natural, o que todo mundo faz. Não se dão conta de que enquanto estiverem fazendo o mesmo todos os dias continuarão tendo os mesmos resultados atuais. Iluminamos uma sala ao acender a luz, não adianta ficar no escuro gritando e agitando os braços. Se você está lendo este parágrafo e se identifica com esta situação, pare agora mesmo e se pergunte: o que estou fazendo para mudar minha situação?</p>
<h3>Tudo é fácil. E fica mais fácil a cada dia.</h3>
<p>Estou vivendo uma fase interessante. Sempre acreditei na minha capacidade, mas confesso que algumas vezes batia um desânimo. Em alguns momentos as coisas pareciam andar muito devagar, quase paradas. Nestes instantes fazia uma pausa, pegava algum livro e lia a história de algum grande empreendedor. O Barão de Mauá, Paul Getty, Samuel Klein, Donald Trump, e muitos outros. Possuiam uma característica em comum, narravam seus sucessos mas também seus fracassos. Colocando suas vidas em uma linha do tempo e comparando com a minha, via que o tamanho delas era bastante diferente, a deles longa, a minha curta. Ainda não estava preparado o suficiente, precisava estudar mais, aprender mais, fazer mais, no dia a dia, na prática. A teoria ajudava a não cometer tantos erros, mas os erros cometidos ensinavam com muito mais força e permanência. E então, com a força de dezenas de empreendedores que venceram antes de mim, sacudia a poeira e seguia em frente, no ritmo que era possível no momento.</p>
<p>Hoje, continuo tendo milhares de idéias a todo instante. Estou um pouco mais focado e assim dispenso a grande maioria dessas idéias. Algumas, ainda ofereço para alguns amigos, mas a maioria deles está satisfeita com suas vidinhas de reclamação diária e não querem sair de suas zonas de conforto, então essas idéias acabam morrendo na praia, ou no caso, em algum dos meus cadernos de rascunho. Um grande amigo, Harry Fockink, me disse uma vez: <strong>empreender é saber gerenciar as distrações</strong>. Esta frase me ajudou muito a estabelecer um rumo, içar as velas e ir ajustando o leme à medida em que vão mudando as condições do vento.</p>
<p>A questão é que as coisas estão cada vez mais fáceis e automáticas. Não escrevo isso para me gabar, mas para tentar mostrar que a prática leva à perfeição. Escrevo para tentar entender eu mesmo, para me lembrar de que se algo está difícil é porque ainda não sei o suficiente e preciso buscar conhecimento e ajuda. Escrevo para me lembrar que se algo está fácil demais é porque estou entrando em uma zona perigosa de conforto e estagnação. O mundo tem muito a oferecer, mas só para quem fizer o esforço de buscar.</p>
<p><img class="alignnone frame size-full wp-image-362" title="Empreendedores em ação" src="http://www.peruzzo.org/wp-content/uploads/2009/08/dsc06884-1.jpg" alt="Empreendedores em ação" width="499" height="234" /></p>
<h3>Somos a média das pessoas com quem andamos.</h3>
<p>Olhe para os lados. Com quem você passa a maior parte do seu tempo? Está com pessoas que pensam positivamente ou com os pessimistas de plantão? Seus amigos aproveitam o máximo que a vida oferece ou estão sempre reclamando que não possuem dinheiro? Não ter dinheiro, principalmente no início da vida não é um problema que impeça o crescimento. Ficar constantemente reclamando disso, em vez de pensar em formas de mudar a situação, é. Se você só possui amigos de espírito pobre, está na hora de procurar pessoas que pensam em crescer na vida. Melhore a média de pensamento dos seus amigos e você automaticamente melhorará seus próprios pensamentos.</p>
<p>Nada contra quem goste de futebol, só vou usar esta questão para um exemplo prático. Algumas semanas atrás marquei uma reunião com outros dois amigos. Marcamos em uma cafeteria, as 17h de um domingo. Nenhum de nós se deu conta de um pequeno detalhe, teria Grêmio X Inter as 16h. Certamente não encontraríamos lugar em cafeteria alguma, quanto mais conseguir fazer uma reunião no meio de uma multidão torcendo e gritando. Só nos demos conta disto quando minha esposa, um dia antes, comentou que seria complicado ir para uma cafeteria justo no horário do jogo. Remarcamos a reunião na minha casa e evitamos o problema da aglomeração. Nenhum de nós havia se dado conta disto antes pois simplesmente não gostamos de futebol, logo não há espaço na mente para ficar guardando datas que não nos afetam a existência. Mesmo que no caso, de uma forma paralela, nos afetasse. Dizem que Einstein, quando encontrava com alguém na rua e parava para conversar tinha que perguntar de que direção vinha quando se encontraram, para saber se estava indo ou voltando do restaurante, pois ficava tão absorto em seus pensamentos que não lembrava nem se já tinha almoçado ou não. Isto acontece comigo de vez em quando, de forma mais leve, claro.</p>
<h3>Agir, trocar informações, formar parcerias.</h3>
<p>Na foto de abertura deste texto e também na foto logo acima, estou com vários amigos, num lindo sábado de sol, aproveitando o dia e fazendo negócios. Passeávamos em um loteamento, estudando as construções existentes, pesquisando profissionais para contratar, formando parcerias com o objetivo de economizar custos em comum. Estávamos trocando figurinhas de uma maneira que algumas pessoas não entendem.</p>
<p>Deixa eu aproveitar e dar os créditos, as fotos acima foram batidas pela minha esposa, documentando o início de mais um empreendimento nosso. Pode ser útil quando decidir escrever minha <a href="http://www.peruzzo.org/autobiografia/">autobiografia</a> <img src='http://www.peruzzo.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já me criticaram dizendo que eu sou muito aberto com relação aos meus planos, que eu entrego o jogo e ensino os inimigos. É bom que digam isso, pois assim reconheço logo as pessoas que pensam desta maneira, pessoas que querem tudo para elas. E naturalmente, me afasto dessas pessoas. Me aproximo de quem pensa como eu, de quem sabe que idéias sem ação não valem nada.</p>
<p><img class="alignnone frame size-full wp-image-359" title="evolucao_casa" src="http://www.peruzzo.org/wp-content/uploads/2009/08/evolucao_casa.jpg" alt="evolucao_casa" width="500" height="600" /></p>
<p>Conversávamos sobre a casa que eles estavam construindo, sobre os desafios, as pessoas que contrataram, sobre o projeto, sobre os valores investidos, sobre a forma de parceria. Recebíamos informações e fornecíamos informações. Fica mais fácil fazer nossos cálculos quando temos um histórico para estudar no mesmo local em que investiremos. Ao mesmo tempo, formamos parcerias. Nossa construção neste local iniciará junto com a próxima construção deles. Podemos economizar na compra de material e também na contratação conjunta da equipe de construção. Ganhamos juntos, não competindo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-378" title="Lagos de Ipanema - folder" src="http://www.peruzzo.org/wp-content/uploads/2009/08/lagos108.jpg" alt="Lagos de Ipanema - folder" width="500" height="693" /></p>
<p>Esta é a casa que estes amigos estão construindo. Falta apenas o acabamento, pronto em um ou dois meses. As datas de cada foto, para dar idéia de como anda uma obra destas, quando executada por quem sabe o que está fazendo, são as seguintes: foto 1: 05 de maio, foto 2: 05 de junho, foto 3: 21 de junho, foto 4: 02 de julho, fotos 5 e 6: 15 de agosto. Três meses e 10 dias. Somando os dias iniciais para a compra do terreno, para a contratação dos construtores e para a papelada da obra, foram apenas quatro meses. Junta com os dois meses que ainda faltam e temos um <strong>empreendimento de apenas seis meses, do início ao fim</strong>.</p>
<p>Sou um cara aberto em relação a meus investimentos, mas a casa da foto acima não é minha, é de três amigos, então não vou abrir os números deles. O único número que mostrarei é o <strong>valor de venda da casa pronta, R$ 198.000.</strong> Se você tiver interesse entre em contato comigo que repasso o telefone dos vendedores.</p>
<h3>Gostou?</h3>
<p>O mundo é de quem tem atitude, o mundo é de quem faz. Se gostou e quer participar, há alternativas para todos os portes de investidor. <a href="http://www.investimentoemimovel.com.br/invista-conosco/" target="_blank">Veja em qual situação você se encaixa e venha lucrar conosco</a>.</p>
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